Marítimo espera ver José Gomes fora da quarentena antes dos 14 dias obrigatórios

Foto: DR

O presidente do Marítimo, Carlos Pereira, acredita ser possível que José Gomes, técnico principal da equipa de futebol dos verde-rubros, não venha a cumprir na íntegra o período de quarentena a que está obrigado na sequência do seu regresso à Região.

Em declarações ao jornal desportivo Record, o líder dos verde-rubros observou que o treinador “vai ser monitorizado pelas autoridades sanitárias e o delegado de Saúde é que vai determinar se ele tem, ou não, condições de terminar a quarentena mais cedo.”

Contudo, lembrou que tendo em conta que José Gomes “trouxe os exames todos consigo, e vai ser acompanhado, pode ser libertado” antes do final do período de confinamento obrigatório, que é de 14 dias.

O técnico maritimista, recorde-se, regressou ontem à Região num jato privado e foi autorizado a cumprir a quarentena obrigatória no domicílio, e não numa unidade hoteleira, tal como acontece com todas as pessoas que chegam à Região desde finais de março.

Antes de viajar para a Madeira, José Gomes foi sujeito a testes à covid-19, que acusaram negativo. O cumprimento da quarentena em casa foi autorizado pelo delegado de saúde, após a consulta de um “documento que envolve razões de saúde e sanitárias”, segundo foi revelado ontem pelo secretário regional da Saúde e Proteção Civil, Pedro Ramos, que assegurou estar “tudo correto”.

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