Luís Freire: «Esta subida é justíssima, fomos de longe a melhor equipa»

Foto: DR

Alcançada a promoção do Nacional, Luís Freire conseguiu, aos 34 anos, a sexta subida! Proeza inédita de um técnico «apaixonado pelo treino e pelo jogo, muito trabalhador, sonhador e ambicioso». O  treinador fala das referências ao estilo, passando pelo lado mais pessoal. «É importante pensares como grande quando queres sê-lo.»

 

–  Esta é a única em que não foi preciso jogar até ao fim para subir. O que tem a dizer a quem considera que promoções na secretaria, como a do Nacional e do Farense, são injustas?

 

O Nacional preparou-se para jogar, organizou-se para isso. Mas, sabendo que já não se iria jogar mais, fomos indiscutivelmente a melhor equipa, com mais pontos, mais golos marcados, menos sofridos, menos derrotas, invictos em casa e no confronto direto com os principais candidatos e sem derrotas na segunda volta. Fomos justos vencedores da Liga 2 e a promoção foi justíssima. Era preciso decidir à 24.ª jornada e a decisão foi baseada no que se passou no relvado até então.

– Considera correto que a Liga 2 tenha terminado e que a Liga principal seja jogada?

 

Houve muita contrainformação e possivelmente a comunicação não foi a melhor. Por uma questão de saúde, pensou-se ser melhor não ter 36 equipas a circular pelo País. Os virologistas da DGS acharam melhor cingir ao máximo o futebol, reduzir o risco, logo reduzir o número de jogos a disputar. Deu-se prioridade à Liga nesta lógica e indemnizando a Liga 2. E já sabemos que quem toma decisões não agrada a todos…

 

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