Lito Vidigal apresentado pelo Marítimo

Foto: Joana Sousa

Decorre em Santo António a cerimónia de apresentação de Lito Vidigal, o técnico escolhido por Carlos Pereira para orientar os verde-rubros na temporada prestes a se iniciar. O técnico fala em “atitude e mentalidade” ganhadora e o presidente exalta o “crescimento sustentado” que pretende para este novo ciclo.

Lito Vidigal, que sucede a José Gomes, chegou à Região na manhã desta quarta-feira, seguindo para as instalações em Santo António, onde reuniu com o presidnete maritimista. De seguida, passou-se, então, para o auditório do complexo, onde o técnico foi apresentado à comunicação social.

“Estamos num projeto coletivo, com cada um nas suas funções”, referiu Lito Vidigal. Considera que “vai ser fácil trabalhar, desde que cada um respeite a sua função. A partir do momento que cada um desempenhe a sua função de forma séria, vai ser fácil trabalhar”, conforme vaticinou.

O novo técnico frisou que “o Marítimo é o maior das ilhas e temos que ter essa mentalidade. Temos que pensar dessa forma e os jogadores do Marítimo têm de jogar sempre com intenção de vencer”. Mas, relevou, “não adianta dizermos que somos os maiores das ilhas se depois não tivermos essa atitude e essa mentalidade”.

Lembrou que “comecei a minha carreira por baixo”, preferindo “dar passos seguros e sustentados”, recordando que iniciou a sua carreia na madeira, primeiro no Porto-Santense e passando depois para o Pontassolense, que lhe abriram “perspetivas seguras” e lhe permitiram “mostrar trabalho”, chegando agora ao Marítimo.

Já Carlos Pereira acentuou que o contrato é válido para os próximos dois anos, referindo que este era Um namoro antigo, “cimentado ao longo dos anos e que termina agora com um casamento, que esperamos que seja duradouro”.

Falou de uma nova equipa técnica que “ao longo dos últimos anos mostrou que é capaz”, associando aos ingredientes aso boas condições que o Marítimo desfruta. O líder maritimista perspetiva um crescimento sustentado”, mas “sem pressa”

“O Aves há dois anos atrás era uma referência e um modelo que todos queriam seguir”, disse. Ora, “esse foi um modelo de crescimento rápido. Hoje, vemos que foi um péssimo modelo”, ilustrou.

Esta uma analogia feita para exaltar aquilo que não quer para o Marítimo. Ou seja, “não queremos dar um passo maior que a perna e depois caminharmos para o abismo”, referiu Carlos Pereira.

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